
Manifestantes bloquearam o trânsito em intervalos, levaram bolo e vela em ato simbólico e reivindicam a convocação dos 117 candidatos remanescentes aprovados no concurso.
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Vestidos com camisetas do movimento, portando faixas e um bolo com uma vela acesa, formandos do concurso da Polícia Penal do Acre realizaram um protesto na tarde desta quinta-feira (9) na Ponte Juscelino Kubitschek, em Rio Branco. A manifestação marcou simbolicamente um ano desde a conclusão do curso de formação e reforçou a cobrança ao governo do Estado pela nomeação dos candidatos remanescentes.
Durante o ato, os manifestantes promoveram bloqueios temporários no trânsito da ponte, interrompendo a circulação de veículos por alguns minutos antes de liberar novamente o fluxo. A mobilização provocou lentidão no tráfego entre o Primeiro e o Segundo Distrito da capital e contou com o acompanhamento de equipes da Polícia Militar, responsáveis pela segurança dos participantes e pela organização do trânsito.
Segundo os formandos, o curso de formação foi concluído em 7 de julho de 2025 e, desde então, os candidatos aprovados aguardam a convocação para assumir os cargos. O grupo afirma que todas as etapas do concurso já foram finalizadas e sustenta que não há impedimentos legais para a efetivação das nomeações.
Cumprimento da lei
Os manifestantes também destacam que a legislação estadual autoriza a nomeação de até 1.403 policiais penais. Conforme o movimento, 1.296 candidatos já foram convocados, enquanto outros 117 permanecem à espera de nomeação.
Uma das representantes do grupo, Jéssica, afirmou que os aprovados buscaram resolver a situação por meio de reuniões e diálogo com representantes do governo, mas, até o momento, não receberam uma resposta definitiva sobre a convocação dos remanescentes.
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Sem uma definição oficial, os candidatos decidiram intensificar a mobilização e levar a reivindicação às ruas. O bolo e a vela utilizados durante o protesto simbolizaram o primeiro “aniversário” da espera pela nomeação.
Até o encerramento da manifestação, o governo do Estado ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre as reivindicações apresentadas pelos formandos.









