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Operação entre Acre e Rondônia apreende mais de uma tonelada de drogas e prende 3 pessoas

    Uma ação integrada das forças de segurança do Acre e de Rondônia localizou, nesse sábado, 12, um depósito com mais de uma tonelada de drogas, além de armas, na zona rural de Ariquemes, em Rondônia. Dois homens e uma mulher foram presos.

    A operação reuniu a Polícia Federal, por meio das delegacias de Epitaciolândia, no Acre, e Guajará-Mirim, em Rondônia, o 5º Batalhão da Polícia Militar do Acre, o Batalhão de Polícia de Fronteira de Rondônia, o Grupo Especial de Fronteira do Acre (Gefron) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

    O trabalho de inteligência começou há cerca de três semanas, após denúncias anônimas recebidas pelo 5º Batalhão da Polícia Militar e pela Delegacia da Polícia Federal em Epitaciolândia apontarem o armazenamento e o transporte de uma grande quantidade de maconha do tipo Skunk.

    Na quarta-feira, 9 de setembro, novas informações de inteligência compartilhadas entre as forças de segurança indicaram que integrantes de um grupo criminoso com atuação na região de Guajará-Mirim estariam transportando uma grande carga de entorpecentes em direção ao território brasileiro. A partir das novas informações, as equipes intensificaram as diligências para identificar os envolvidos e localizar os possíveis pontos utilizados pela organização criminosa para esconder a droga.

    Nesse sábado, 12, as equipes chegaram a uma residência situada na zona rural de Ariquemes. Segundo as forças de segurança, o imóvel era utilizado como uma espécie de “bunker” da organização criminosa, destinado à ocultação e ao armazenamento dos entorpecentes.

    No local, os policiais encontraram uma quantidade expressiva de drogas, além de armas. E dois homens e uma mulher foram presos. “Ainda estamos pesando a droga e a estimativa preliminar aponta para mais de uma tonelada de entorpecentes, volume que coloca a ocorrência como a maior apreensão realizada por nós até agora. As diligências continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer a origem, o destino e a dinâmica utilizada pelo grupo criminoso para transportar e armazenar a carga”, conta coronel Assis, coordenador do Gefron no Acre.

    Por Ac24Horas