Com caixões e cruzes, servidores da Saúde protestam em frente à Aleac e pedem atualização do PCCR

Usando cartazes com fotos de servidores da saúde que morreram vítima da Covid-19, a categoria protestou em frente à Assembleia Legislativa do Acre nesta segunda-feira (13) para exigir a atualização do plano de cargos e carreira, além do cumprimento do acordo assinado no mês de junho, quando a greve foi suspensa com a promessa de que seria feito concurso público até o final deste ano.


O que a categoria pede:
Concessão do adicional de etapa alimentação no valor de R$ 700 a partir de março/2021;
Reposição salarial dos exercícios 2019, 2020 e 2021 a partir de março de 2021;
Publicação do edital de concurso público efetivo para a saúde, ainda em 2021;
Resposta definitiva sobre as datas de concessão da sexta parte e licença prêmio dos servidores “irregulares”;
Resposta positiva sobre a concessão ainda que escalonada do novo PCCR.


O Sindicato dos Servidores da Saúde do Acre (Sintesac) também levou um caixão e cruzes para homenagear os colegas vítima da pandemia. A categoria tem feito constantes protestos para chamar atenção. No último dia 9, eles se concentraram, eles ficaram em frente à UPA Franco Silva.

No mesmo dia. houve atos também em Sena Madureira e Mâncio Lima. No dia 8, os servidores da Saúde do Acre protestaram e fecharam as Ruas Nações Unidas e José de Melo, em frente ao Pronto Socorro de Rio Branco.

No dia 25 de novembro, a categoria já tinha feito uma paralisação de 12 horas para pressionar o governo. Conforme o sindicato informou, os protestos devem continuar nos próximos dias.

Em junho, em um documento assinado por ambas as partes, o governo se comprometeu a pagar insalubridade de 20% de julho a dezembro de 2021 para os servidores que trabalham em ambiente insalubre; a implementação do novo laudo técnico das condições do ambiente de trabalho, publicação de concurso público efetivo até o fim deste ano, abonar falta dos servidores grevistas, entre outras demandas da categoria.


Alegando que não foi cumprido o acordo, a categoria que suspendeu a greve na época voltou a protestar.