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Pedreiro de 19 anos é agredido e encontrado desacordado com grave TCE em Rio Branco

    Carlos Eduardo Souza dos Santos estava trabalhando em uma residência no Residencial Rosa Linda quando foi encontrado com ferimentos graves; Polícia Civil investiga se jovem foi espancado ou caiu de um andaime

    O pedreiro Carlos Eduardo Souza dos Santos, de 19 anos, ficou gravemente ferido após ser encontrado desacordado durante a tarde desta quarta-feira (23), no Residencial Rosa Linda, na região do Segundo Distrito de Rio Branco.

    Segundo informações repassadas inicialmente à Polícia Militar, o jovem, que mora no bairro Belo Jardim, estaria trabalhando normalmente em uma residência quando teria sido retirado do imóvel e levado para a rua, onde teria sido agredido. Relatos iniciais apontaram ainda uma possível participação de integrantes de uma organização criminosa, informação que deverá ser confirmada ou descartada durante a investigação.

    A vítima apresentava traumatismo cranioencefálico (TCE), uma laceração grave na região da base do crânio e diversos hematomas pelo corpo. Após os ferimentos, Carlos Eduardo ficou desacordado.

    Moradores da região encontraram o trabalhador ferido e, diante da gravidade da situação, colocaram Carlos Eduardo em um veículo particular e o levaram até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade do Povo.

    Após a entrada do jovem na unidade, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. Uma equipe da Unidade de Suporte Avançado 02 realizou o atendimento e, devido à gravidade do quadro, precisou entubar a vítima ainda na UPA antes da transferência para atendimento hospitalar.

    Policiais militares do 2º Batalhão foram acionados após a chegada do jovem à unidade de saúde. Equipes da Polícia Civil da 2ª Regional também estiveram no local e começaram a levantar informações sobre o caso.

    Uma segunda versão apresentada inicialmente indicava que Carlos Eduardo poderia ter caído de um andaime enquanto trabalhava na construção. A dinâmica, porém, passou a ser apurada pelas autoridades diante da gravidade e das características dos ferimentos, além dos relatos apresentados por testemunhas.

    A Polícia Civil da 2ª Regional de Rio Branco deverá investigar as circunstâncias do caso, esclarecer se houve agressão, acidente ou outra dinâmica e, caso seja confirmada a violência, identificar os possíveis responsáveis e a motivação.

    Até o momento, não há confirmação oficial de que a vítima tenha sido agredida por integrantes de uma organização criminosa.

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