
Um sumiço digno de filmes de animação chamou a atenção dos funcionários do Aquário Nacional da Nova Zelândia. O polvo batizado de Inki foi o protagonista de um plano bem-sucedido de volta ao mar. Em 2016, o octópode aproveitou um momento de desatenção, para sair pelo chão do tanque e descer por uma tubulação de 50 metros até chegar às águas da Baía de Hawke, retornando ao oceano.
Em entrevista ao The Guardian à época, o gerente do aquário, Rob Yarrel, comentou que os funcionários só perceberam que o animal marinho tinha desaparecimento, muito tempo depois da fuga.
“Ele conseguiu chegar a um dos ralos que dão para o oceano e foi embora”, disse. “E nem sequer nos deixou uma mensagem”, brincou Rob Yarrel.
Gerente do aquário de Nova Zelândia nega que o polvo estava infeliz no ambiente controlado
O responsável pelo espaço não atribui a ausência do polvo com a ideia de que ele estaria descontente com o ambiente. “Não acho que ele estava infeliz ou solitário conosco, até porque os polvos são criaturas solitárias. Mas ele é um garoto muito curioso e quis saber o que acontece do lado de fora. É apenas sua personalidade“, detalhou.
A separação foi vista com tristeza pela equipe do Aquário Nacional de Nova Zelândia, mas eles enxergam com otimismo o retorno de Inki para o seu habitat natural. Os cuidadores optaram por não realizar qualquer tipo de busca. “Ele sempre foi um octópode cheio de surpresas”, lembrou Yarrel.

Por Metrópoles
