
Antônio Robenson Viana Costa, de 44 anos, foi atingido no tórax por tiro de revólver calibre .38 manuseado pelo próprio filho; Polícia Civil investiga hipótese de acidente e aguarda perícia da arma
Com g1/Acre
O filho do empresário Antônio Robenson Viana Costa, de 44 anos, se apresentou à Polícia Civil e prestou depoimento sobre o disparo que matou o pai durante uma confraternização familiar no último domingo (31), em Bujari.
O jovem compareceu à delegacia acompanhado de um advogado e foi liberado após ser ouvido. De acordo com o delegado Bruno Coelho, ele não foi preso porque não havia situação de flagrante. Conforme a investigação, o rapaz manuseava um revólver calibre .38 pertencente ao pai quando ocorreu o disparo que atingiu a vítima no tórax. A Polícia Civil trabalha, inicialmente, com a hipótese de acidente.

De acordo com o Samu, o empresário estava consciente e orientado quando recebeu os primeiros atendimentos, mas não resistiu aos ferimentos após dar entrada no pronto-socorro da capital. Foto: captada
O delegado informou que a arma foi apreendida e será encaminhada ao Instituto de Criminalísticapara exames periciais. Testemunhas que estavam no local também estão sendo ouvidas.
“Os elementos reunidos até o momento convergem no sentido de que o ocorrido foi, de fato, um trágico acidente. Entretanto, a investigação não está encerrada. Seguimos com diligências em andamento e somente ao término de todas as apurações teremos um quadro conclusivo”, afirmou Bruno Coelho.
A polícia também apura se o revólver possuía registro regular. Após ser atingido, Antônio Robenson foi socorrido por familiares em veículo particular rumo a Rio Branco. O Samu encontrou o carro nas proximidades da Universidade Federal do Acre; a vítima estava consciente, mas não resistiu aos ferimentos após dar entrada no pronto-socorro da capital. O caso segue sob investigação.
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Tiro no peito
Antônio Robenso foi atingido por um disparo de arma de fogo no tórax. Após ser baleado, ele foi colocado dentro de um carro de um dos familiares e levado à capital. No trajeto, a família ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte avançado.
Conforme o Samu, a ambulância encontrou o carro em frente à Universidade Federal do Acre (Ufac), momento em que Antônio foi atendido pela equipe. O empresário estava consciente e comunicativo durante o atendimento, mas morreu no pronto-socorro.
O Samu confirmou ainda que o empresário tinha uma marca de tiro no lado esquerdo do peito.
“A vítima apresentava-se lúcido e orientado, porém, agitado. Ele também recebeu oxigênio e a equipe fez um curativo no local da lesão”, disse o Samu.
Já o delegado Bruno Coelho confirmou que o rapaz estava abalado. “Os elementos reunidos até o momento convergem no sentido de que o ocorrido foi, de fato, um trágico acidente. Entretanto, a investigação não está encerrada. Seguimos com diligências em andamento e somente ao término de todas as apurações teremos um quadro conclusivo”, afirmou o delegado.

O delegado confirmou que o suspeito manuseava a arma do pai, um revólver calibre ponto 38. Por não ter familiaridade, disparou acidentalmente e atingiu a vítima no tórax. Foto: captada